NÃO OLHE PARA BAIXO, tem um mundo em sua frente

NÃO OLHE PARA BAIXO, tem um mundo em sua frente

De repente, a realidade do protagonista de “Her”, Theodore Twombly, não é mais algo distante e, cada vez mais, nos aproximamos daquela distopia. Estamos conectados virtualmente full time e eis que surge o paradoxo: vivemos um individualismo potencializado com um enorme volume de informações. Nosso cotidiano está em ritmo acelerado.

 

Após leis como a da “Cidade limpa”, não somos mais captados por enormes telas brilhantes, outdoors por todos os lados da cidade nos massificando com propagandas e as últimas notícias do momento. Porém, estamos imersos em nossos celulares, tablets e notebooks. Agora é o mundo virtual que nos aprisiona na palma de nossas mãos.

 

Os aparelhos se tornaram verdadeiros mediadores da sociedade. O homem contemporâneo está focado em seu desempenho e sua representação, dessa forma, desaprende a lidar com a crítica, com a reflexão e com o pensar.

 

Deseja-se a conquista, a materialização dos sonhos mediados por uma tela a todo tempo. São as redes sociais, os anúncios e um sistema de algoritmos – fora de controle – que determinam nossas ações, desejos e anseios.

 

No entanto, esse ritmo acelerado não é constante para o homem performático. Ele é interrompido pela consciência de que as conquistas reais são, consideravelmente, menores que as suas expectativas e àquilo que lhe foi prometido por essa atual sociedade do espetáculo, gerando frustração e impotência.

 

Vem daí a necessidade e responsabilidade de prometer somente aquilo que de fato podemos entregar, evitando, assim, construir um grande mar de desilusões.

 

Para o professor Gilberto Dupas, o lugar social do indivíduo é determinado e definido pela performance, isto é, quanto mais conseguimos lidar com as demandas do nosso tempo, maior nosso prestígio e reconhecimento. Isso porque o sujeito contemporâneo é performático e está preocupado com o prazer efêmero, independente do preço a pagar.

 

Aqui vale o grifo de que a tecnologia nos permite otimizar o nosso tempo, permitindo a cada sujeito o melhor aproveitamento do seu dia, com performance e potencialidade. Essa é a relação que acelera tudo.

 

A aceleração acontece com você ouvindo um áudio book enquanto vai ao trabalho, ouvindo as notícias durante o banho, fazendo o check-in a caminho do aeroporto ou aproveitando ao máximo o tempo que tem – mesmo que ele nunca pareça ou seja suficiente.

 

O indivíduo estabelece inúmeras relações com a tecnologia e, dessa forma, podemos entender os aparelhos como um meio de preservar os sujeitos em meio a realidade e também, porque não, preencher espaços que foram esvaziados e mediar constantemente todas as relações do sujeito.

 

Que a tecnologia é incrível e facilitadora, não podemos negar. Todavia, é preciso refletir sobre a forma como ela afeta nossas vidas e relações. Sabemos o quanto ela pode potencializar as experiências individuais, mais que isso, pode ser uma ferramenta para a sociabilidade em um meio repleto de relações individualizadas.

 

É nesse momento que precisamos de atenção, não deixando de lado do o mundo exterior que nos rodeia, não nos tornando multidões solitárias a andar por aí de cabeça baixa com nossos dispositivos mobile. É preciso abandonar a bolha, olhar para fora e devidamente viver. A tecnologia é encantadora, mas não pode ser senhora dos nossos dias, deve se fazer presente como facilitadora e não delimitadora.

 

É necessário prestar mais atenção no caminho que estamos trilhando, nas transformações que estamos passando e em tudo que se modifica com o avanço contínuo da tecnologia. Queremos estar próximos de quem está longe, mas para isso não precisamos nos distanciar de quem está perto.

 

É importante impedir que a tecnologia nos leve a viver no automático, sem alegria ou emoção. Sabemos que temos capacidade de acreditar em qualquer coisa, desde que esse seja um desejo. Contudo, será que viver uma ilusão leva a felicidade?

Sabemos que nosso atual estilo de vida exige que o sujeito analise, diariamente, o seu próprio desempenho, mas nem tudo é performance. Olhe para fora, tem um mundo lá e você faz parte dele.

Educação na Era Digital

Educação na Era Digital

É comum ouvirmos que as crianças já nascem sabendo usar tablets, mobiles e celulares. É a “geração da internet”. A criança ainda não sabe ler nem escrever, mas já tem Instagram, Facebook e uma série de seguidores na web.

Além do fato de que, quase sempre, vem o questionamento acerca de quanto essa tecnologia realmente deve estar presente no cotidiano da molecada.

A questão é que, independente dos ambientes virtuais, a educação deve estar preparando essas crianças para adquirirem uma visão crítica do mundo, sendo capazes de analisar e interagir com toda a complexidade do nosso mundo real de modo sensível, crítico e com empatia ao próximo.

As redes sociais e toda a internet, como Youtube, sites de pesquisas e blogs permitem um acesso incrível a informações, vídeos, áudios e textos. Podemos ter, por exemplo, uma enorme troca de informação com culturas diferentes, dessa forma, quebrando barreiras geográficas e políticas.

Para educar, é preciso entender que não temos mais separação entre o real e o virtual, ou seja, não é mais concebível ter um posicionamento no meio virtual e outro na sua vida em sociedade. A empatia, o respeito ao outro e todas as suas relações devem estar em harmonia.

Todos estão aptos para aprender sobre o meio virtual, além de saber usar o computador e as redes sociais. Porém, o que você tem a dizer? O que há de enriquecedor em seu conteúdo para dirigirmos nosso tempo e atenção a ele?

Precisamos formar cidadãos, pessoas críticas, e a escola deve também estar presente nesta luta – seja no ambiente real ou virtual. A escola deve entender que o aluno pode e deve utilizar as ferramentas tecnológicas, mas sempre aludindo sobre a relevância de postura moral e ética. Transformando a realidade para algo sempre melhor, formando verdadeiros cidadãos digitais.

É essencial pensar o meio digital de forma inovadora e não permitir que ele venha ser apenas a reprodução de conteúdos de uma grade curricular. A tecnologia está aí para nos permitir pensar a educação de forma crítica, dialogando com essa nova geração que já nasce conectada à uma tela mediando o seu dia a dia.

O acesso à informação é enorme, mas é preciso estar atento para o fato de que o conhecimento só é efetivo a partir do momento em que o usuário consegue decodificar a informação e, posteriormente, realizar uma análise reflexiva sobre ela.

Não basta ser um sujeito passivo em um mundo em que somos bombardeados por informações, temos que entender onde toda essa informação nos levará.

Desejamos que a sociedade da informação seja uma sociedade plural, participativa e inclusiva. Para isso, é essencial oferecer aos sujeitos as competências para compreender a informação. Ter o afastamento necessário para a reflexão, usufruindo e produzindo conteúdo informativo.

As mídias são onipresentes, assim, é preciso entender a sua importância para a sociedade e educação. Compreendendo que elas fazem parte no processo de produção, reprodução e transmissão de cultura. São dispositivos técnicos de comunicação que afetam toda a sociedade. Entender a integração entre a mídia e a educação é fundamental para a contemporaneidade.

Entendendo o Marketing Offline

Entendendo o Marketing Offline

Muitas pessoas pensam que o Marketing Offline se tornou obsoleto com a popularização da Internet, e do marketing digital, por consequência.

O meio online está cada vez mais consolidado. Ele toma conta de todas as áreas da nossa vida. Com a evolução digital, as segmentações do marketing aumentaram e surgiu o conceito de que haveria o marketing online e o marketing offline.

Marketing online seria tudo aquilo que passa pela internet, como e-mail marketing, mídias sociais, websites, etc. O marketing offline, são as ações realizadas fora da internet, como outdoors, pontos de venda, panfletagem, etc.

É importante ressaltar que apesar do estigma de “velho marketing” colocado no marketing offline, ele não está nem um pouco ultrapassado. Pelo contrário: a sua importância pode ser vista todos os dias por todos nós. Sua eficácia depende da estratégia, objetivos e público-alvo de cada campanha.

O que é o marketing offline?

O marketing offline se baseia em estratégias mais tradicionais de promoção e divulgação de um produto ou serviço.

Essas práticas existem há algumas décadas. Elas ainda têm um efeito muito significativo na promoção de conteúdo e estão muito presentes em nosso cotidiano.  

Como panfletos, outdoors e anúncios em jornais ou revistas; comerciais na televisão e no rádio; realização de eventos e ações de trade marketing.

O marketing offline tem como característica principal estabelecer uma relação de confiança e credibilidade com o seu público-alvo. Além disso, o offline se caracteriza por uma comunicação de massa e o alto poder de penetração.

Ele também tem a capacidade de aumentar o reconhecimento de um produto, serviço ou marca, que impulsiona sua identidade e aumenta a convicção dos potenciais clientes com o que está sendo oferecido.

A mídia off ainda funciona?

A resposta é sim. Contudo, o funcionamento de toda estratégia depende de diversos fatores, como o público-alvo, tipo de ação e o objetivo. Cada cliente e campanha possuem um objetivo e é aí que a estratégia e planejamento precisam ser eficazes para atrair os melhores resultados.

Temos cases recentes com o uso de mídia off que conquistaram resultados satisfatórios para os nossos clientes. Por isso, dizemos: conheça o seu cliente, e conheça o público que seu cliente quer atingir.

O mais importante é sempre tentar entender quem é o seu cliente, pois a partir disso fica mais escolher uma estratégia de marketing, além disso essa estratégia tem muito mais eficiência para o seu negócio.

Como unir offline com o online?

Por ser uma agência que começou com uma raiz off, a Conelly busca aliar, quando possível, os meios off e on na hora de planejar a estratégia de cada campanha. Por isso, seguimos algumas regras para definir quando usar as estratégias combinadas.

O primeiro ponto é que uma estratégia não precisa necessariamente substituir a outra. É possível e muito vantajoso aliar o offline com o online. O ideal é que esses métodos se complementem e criem uma estratégia bem definida e certeira.

O importante é criar campanhas offline que levem potenciais clientes para as plataformas digitais da empresa e assim promover ações online que despertam no público o desejo de ir até a loja física

A estratégia de marketing é o planejamento de todas as ações usadas para divulgar uma marca, produto ou serviço e, consequentemente, atrair mais clientes.

Esse planejamento deve ser acompanhado constantemente para ter certeza de que os resultados esperados para cada uma das ações previstas serão realmente positivos e, principalmente, para melhorar o que precisa de ajustes.

O sucesso de qualquer uma delas depende de como elas foram realizadas, de seu público e, é claro, do tipo de seu negócio.

A Conelly Master Media está diretamente ligada com seus parceiros. Antes de definir a estratégia, os clientes são estudados para traçar o melhor planejamento e escolher o melhor caminho. Entre em contato conosco!

Pantone anuncia cor para 2019

Pantone anuncia cor para 2019

A tendência de cor para 2019 foi anunciada no dia 06 de dezembro. A Pantone é uma  marca norte-americana mundialmente conhecida e considerada uma autoridade em cores.

Anualmente, ela determina a coloração que fará parte do estilo de comunicação no próximo ano. A indústria da moda, design de interiores e outras plataformas, também imergem na paleta de cores.

A pesquisa aprofundada da Pantone abrange a indústria de entretenimento, filmes, exposições de artes, destinos de viagem, decisões de compra, entre outros dados coletados para o estudo. A análise quantitativa permite que a empresa determine a cor que será tendência para o ano seguinte.

A cor do ano na propaganda

Para a indústria da moda, a cor indica como serão as peças de roupas. Para designers de interiores, a tonalidade de uma parede. A cor de um móvel, para a indústria moveleira. Mas e para a propaganda, o que muda?

Acompanhar as tendências também é importante na área de comunicação. A inserção da cor do ano em uma peça publicitária demonstra que, tanto cliente quanto agência estão alinhados com as novidades.  

Afinal, qual será a cor para 2019?

cor para 2019 pantone Conelly Master Media

Fonte: pantone.com

As cores inspiram as experiências humanas e até influenciam as decisões de compra. Animada e cheia de vida são adjetivos utilizados pela Pantone para qualificar a cor para 2019: a Pantone Living Coral.

A variação de um laranja vibrante, com uma adição de subtonalidade dourada, traz a leveza do mundo em constante transformação.

Segundo Laurie Pressman, Vice-Presidente da empresa, a cor representa um momento de mudança que está acontecendo na cultura. “Nós procuramos por cores que nos abraçam e transmitam calor em um ambiente que está em constante mudança”, afirma Laurie.

Um momento de otimismo

Assim como o Greenery, cor de 2017, o Living Coral transmite otimismo. Além disso, é uma cor quente e viva e já está presente no dia a dia das pessoas. Em 2018, ela já apareceu nas passarelas de moda, design de interiores e também em alguns gadgets tecnológicos.

cor para 2019 pantone Conelly Master Media

Reprodução.

Após o anúncio da Pantone, a tendência é que vejamos cada vez mais essa tonalidade de coral presente em campanhas publicitárias, peças de design e produtos em geral.  

Desde que começou a lançar a cor do ano, em 2000, a empresa foi responsável por identificar e ditar diversas tendências com o passar dos anos.

Conelly e Cartom: uma parceria de sucesso

Conelly e Cartom: uma parceria de sucesso

A colaboração entre a Calçados Cartom, indústria de calçados de segurança de Imbituva – PR, e a Conelly é uma parceria que deu certo. Nós acreditamos que esses encontros são fundamentais para o crescimento de todos, tanto dos nossos clientes quanto o nosso.  

Por isso, cada ação desenvolvida por nós é minimamente pensada para que a marca atinja os objetivos propostos, de forma eficaz e certeira.

Com isso em mente, criamos em conjunto com o cliente, a campanha Desafio Cartom, cujo objetivo era mostrar os produtos da marca ao seu público consumidor. A ação aconteceu em parceria com o Programa do Ratinho, do SBT, em formato de merchandising.

Como funcionou o Desafio Cartom?

ratinho desafio cartom conelly master media

A ação Desafio Cartom foi realizada no Programa do Ratinho.

Desde o mês de abril, a Calçados Cartom desenvolve a parceria com o programa do SBT. A ação  é apresentada no programa com a exibição da marca e dos produtos em questão para o público. Toda a campanha foram desenvolvidas em conjunto conosco.

Para participar do desafio, o profissional precisava preencher um cadastro no site ‘desafiocartom.com.br’ e confirmar algumas informações sobre a empresa para qual prestava serviço e sobre a utilização de equipamento de proteção individual (EPI).

Com as informações verificadas e confirmadas, cada profissional recebeu onze pares de calçados, um para si e dez para seus colaboradores.

Com isso, foi possível que os inscritos e demais profissionais analisassem a qualidade, o conforto e a segurança dos Calçados Cartom e de toda a marca.

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Focando no consumidor

A Cartom produz calçados para todo o Brasil, em uma média de 18 mil pares de calçados por dia.

O Desafio Cartom tinha como público-alvo engenheiros do trabalho e técnicos de segurança, que recebiam os produtos da Cartom para avaliar o conforto e qualidade da marca.

Dessa forma, os consumidores finais se familiarizaram com os produtos e puderam conhecer com suas próprias mãos um pouco mais da marca, que está entre as três maiores produtoras de calçados de segurança no país.

 A ação foi finalizada na última semana de junho e teve como resultado mais de mil leads obtidos a partir dos cadastros e inúmeros calçados enviados para todo o país. Essa foi uma oportunidade de mostrar e comprovar para os clientes a qualidade dos produtos.

As parcerias são essenciais para o crescimento e sucesso de todos. Nós acreditamos que ações como essa que aliam o offline (televisão) com o digital, trazem ótimos resultados para as marcas.

Segundo nosso CEO, João Godoy, o Desafio Cartom tinha dois objetivos principais: “o primeiro era medir o resultado imediato da audiência do programa, já que este foi o único canal utilizado para divulgação. O segundo era fazer com que engenheiros do trabalho ou técnicos de segurança do trabalho pudessem atestar a qualidade e a segurança dos produtos Cartom na prática, junto aos seus colaboradores”.

Ações como essa fortalecem a imagem da marca e ajudam a aumentar o seu alcance e público. E com um planejamento estratégico focado no branding, os resultados não poderiam ser outros.

Quer saber mais sobre o que podemos oferecer para a sua empresa? Entre em contato conosco!

5 lições que podemos tirar da reestruturação da Editora Abril

5 lições que podemos tirar da reestruturação da Editora Abril

Provavelmente você deve ter acompanhado as notícias relacionadas à reestruturação da Editora Abril divulgadas na imprensa de todo o país.

O Grupo Abril, que iniciou suas atividades nos anos 50, passou por uma série de reformulações há cerca de um ano. A reestruturação consistiu no encerramento das atividades de algumas revistas impressas publicadas pela editora. Entre os títulos, alguns nomes popularmente conhecidos estão na lista das edições que deixarão de circular, como “Casa Claudia”, “Arquitetura”, “Boa Forma” e “Guia do Estudante”.

Apesar de investirem em conteúdo on-line, as maiores publicações da editora ainda eram impressas, e o faturamento dependia de anúncios e assinaturas. Já existiam alguns rumores sobre o destino da empresa, como a venda dos direitos de publicações como a “National Geographic” e “Aventuras na História”, por exemplo. Ao observar como fato isolado, poderia não ter um significado tão considerável.

Mas analisando de forma estratégica e com pensamento na antecipação de possíveis crises, ao menor sinal de problemas: aja.

E então, em agosto de 2018 aconteceu a triste notícia do pedido de recuperação judicial da marca.

Quais são as lições que podemos retirar das medidas tomadas pelo Grupo Abril?

Antecipar as tendências de mercado

As transformações tecnológicas são pautas entre os setores das empresas desde os anos 2000, quando estima-se que aproximadamente 304 milhões de computadores se conectaram à internet no mundo todo.

Adaptar-se às mudanças do mercado é um desafio que apenas empresas com olho no futuro conseguem transpassar. Ao observar o cenário do início da primeira década século XXI era possível observar que os avanços tecnológicos trariam revoluções ao mercado , principalmente para as empresas com foco off-line.

Gerir a mudança de forma estratégica é antecipar ações para se manter estável no mercado e adaptar-se a ele.

Planejamento estratégico

Planejar é criar formas e estratégias para otimizar ações e alcançar objetivos. O planejamento estratégico auxilia na tomada de decisões, no gerenciamento de crises, na cultura empresarial, na determinação de objetivos, entre vários outros fatores.

O Grupo Abril, ao suspender grandes publicações impressas, demonstra estar submerso no oceano do novo mercado. Ter um bom planejamento ajuda a evitar que empresas coloquem a corda no pescoço por não conseguir se adaptar ao novo cenário proporcionado pelas novas tecnologias e inovações.

Cultura organizacional alinhada

Quando todos caminham na mesma direção, a empresa cresce. Empresas que crescem exponencialmente ou que possuem um quadro de funcionários naturalmente grande, precisam constantemente de um modelo de gestão de pessoas inovador, que lidere, capacite, motive e alinhe os objetivos do funcionário com os da empresa.

Independente do porte da empresa é necessário compreender que a principal matéria-prima é o ser humano. Desenvolvê-lo para potencializar suas qualidades e ajustar as falhas são primordiais para a estabilização da empresa.

Adaptação ao universo digital

Nós acreditamos na importância das mídias off-line nas estratégias atuais. Contudo, com o avanço da tecnologia, principalmente no setor mobile, é preciso que as empresas acompanhem esse desenvolvimento.

De acordo com Gustavo Bereza, nosso diretor de criação que nos acompanha desde o início das atividades da Conelly, comenta sobre as mudanças e evoluções percebidas ao longo de 20 anos de mercado: “Quando iniciei na publicidade, a mídia online era limitada basicamente ao website do cliente e envio de malas direta por e-mail. Em 20 anos as mudanças foram radicais e hoje é quase impossível não estar conectado de alguma forma e até as próprias agências tiveram que se adequar. O ideal é criar um link de uma mídia off para a on, ou seja, convergência midiática.”, afirma.

Ter posicionamento e presença digitais definidos alinham as estratégias da empresa com o mercado atual. Limitar-se às mídias off-line é condenar a empresa ao naufrágio do mesmo navio da Editora Abril.

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Utilizar dados ao seu favor

Ao colocar na Análise SWOT, ou seja, as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, a evolução tecnológica e o mundo cada vez mais conectado podem ser uma ameaça ou uma oportunidade para a empresa.

A tecnologia nos fornece dados qualitativos e mensuráveis, que norteiam a tomada de decisão dentro das empresas, além de definir estratégias e planejamentos.

É importante observar os dados do mercado atual para determinar ações. Priorizar os clientes em suas particularidades, dentro das suas respectivas realidades, proporcionam às empresas a possibilidade de manter um relacionamento próximo e duradouro com seu target.

As estratégias sugeridas pela Conelly aos seus clientes sempre consideram o mercado de forma estratégica. Estudamos todo o contexto para que nossos clientes atinjam seus objetivos.

Quer saber mais? Entre em contato conosco!